| Abelha | Distribuição geográfica no Brasil* | Cultura agrícola polinizada | Dependência da cultura por polinizador animal |
| 1) Apis mellifera (abelha do mel ou abelha africanizada) | Todas as regiões | 1.abóbora | Essencial |
| 2.acapu | Indeterminada | ||
| 3.algodão | Modesta | ||
| 4.amora | Modesta | ||
| 5.café | Modesta | ||
| 6.cajá | Essencial | ||
| 7.caju | Modesta | ||
| 8.camu-camu | Indeterminada | ||
| 9.canola | Modesta | ||
| 10.cebola | Polinização não aumenta produção+ | ||
| 11.girassol | Grande | ||
| 12.goiaba | Grande | ||
| 13.jatropa | Indeterminada | ||
| 14.joá | Pequena | ||
| 15.laranja | Modesta | ||
| 16.mandioca | Polinização não aumenta produção++ | ||
| 17.manga | Polinização não aumenta produção | ||
| 18.melão | Essencial | ||
| 19.morango | Modesta | ||
| 20.pedra ume caa | Indeterminada | ||
| 21.pepino | Grande | ||
| 22.pimenta | Pequena | ||
| 23.pimentão | Pequena | ||
| 24.pitanga | Modesta | ||
| 25.pitanguba | Indeterminada | ||
| 26.soja | Modesta | ||
| 27.tomate | Grande | ||
| 28.umbu | Modesta | ||
| 2) Xylocopa frontalis(carpinteira) | Todas as regiões | 1.castanheira do brasil | Essencial |
| 2.cumaru | Indeterminada | ||
| 3.feijão caupi | Indeterminada | ||
| 4.gliricídia | Essencial | ||
| 5.goiaba | Grande | ||
| 6.jurubeba | Essencial | ||
| 7.maracujá | Essencial | ||
| 8.maracujá doce | Essencial | ||
| 9.murici | Grande | ||
| 10.umbu | Modesta | ||
| 11.urucum | Essencial | ||
| 3) Trigona spinipes(irapuá) | Todas as regiões | 1.abóbora | Essencial |
| 2.acerola | Essencial | ||
| 3.cenoura | Polinização não aumenta produção+ | ||
| 4.chuchu | Indeterminada | ||
| 5.girassol | Grande | ||
| 6.laranja | Modesta | ||
| 7.manga | Polinização não aumenta produção | ||
| 8.morango | Modesta | ||
| 9.pimentão | Pequena | ||
| 10.romã | Modesta | ||
| 4) Melipona fasciculata(uruçu cinzenta) | Norte do Brasil | 1.açai | Indeterminada |
| 2.berinjela | Modesta | ||
| 3.cajá | Essencial | ||
| 4.camu-camu | Indeterminada | ||
| 5.pimenta | Pequena | ||
| 6.pimentão | Pequena | ||
| 7.tomate | Grande | ||
| 8.urucum | Essencial | ||
| 5) Bombus morio(mamangava) | Centro oeste, nordeste, sudeste e sul | 1.abóbora | Essencial |
| 2.beringela | Modesta | ||
| 3.goiaba | Grande | ||
| 4.jurubeba | Essencial | ||
| 5.maracujá | Essencial | ||
| 6.maracujá doce | Essencial | ||
| 7.urucum | Essencial | ||
| 6) Centris tarsata (abelha de óleo) | Centro oeste e norte | 1.acerola | Essencial |
| 2.beringela | Modesta | ||
| 3.cajueiro | Modesta | ||
| 4.goiaba | Grande | ||
| 5.murici | Grande | ||
| 6.murici pitanga | Grande | ||
| 7.tomate | Grande | ||
| 7) Epicharis flava(mamangava) | Todas as regiões | 1.acerola | Essencial |
| 2.castanheira do brasil | Essencial | ||
| 3.cumaru | Indeterminada | ||
| 4.goiaba | Grande | ||
| 5.maracujá | Essencial | ||
| 6.maracujá doce | Essencial | ||
| 7.murici | Grande | ||
| 8) Eulaema nigrita(mamangava) | Todas as regiões | 1.castanheira do brasil | Essencial |
| 2.cumaru | Indeterminada | ||
| 3.gabiroba | Grande | ||
| 4.goiaba | Grande | ||
| 5.maracujá | Essencial | ||
| 6.maracujá doce | Essencial | ||
| 7.urucum |
Quem Somos
O Meliponário Rei da Mandaçaia é um empreendimento familiar especializado na criação, conservação e manejo de Abelhas Nativas Sem Ferrão, com ocorrência natural no estado da Bahia, estamos a mais de 30 anos criando, multiplicando e contribuído para preservação destes pequenos magníficos animais.
O nosso empreendimento é cadastrado no IBAMA CTF: 1681253 e na Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (ADAB), e enquadrado na Lei Estadula: Nº 13.905 DE 29 DE JANEIRO DE 2018.
Aqui em nosso site é possível encontrar fotos da produção e muitas informações a cerca desta atividade, nosso meliponário principal está situado no Distrito de Hidrolândia - Uibaí e em Cruz das Almas no Recôncavo da Bahia.
Responsáveis Técnicos Eng. Agrônomos:
MSc. Márcio Pires de Oliveira /CREA:BA40051
Dra. Polyana Carneiro dos Santos
Email: meliponarioreidamandacaia@hotmail.com
Siga nossa pagina ://www.facebook.com/reidamandacaia/
Instagran: https://www.instagram.com/reidamandacaia/?hl=pt-br
sexta-feira, 24 de março de 2017
Abelhas polinizadoras importantes para a agricultura brasileira
quinta-feira, 9 de março de 2017
Cientistas descobrem que abelhas sem ferrão usam guardas especializadas para defender as colmeias
![]() |
| Crédito: Cristiano Menezes |
Em consequência dos ataques praticados por abelhas ladras, a abelha nativa sem ferrão jataí (Tetragonisca angustula) e outras nove espécies sofreram um processo evolutivo diferenciado, no qual parte dos indivíduos, denominadas de guardas ou soldados, desenvolve características físicas distintas, sendo mais robustas e de maior porte, para defender as colmeias.
Esse desenho na divisão do trabalho da jatai, a abelha mais criada no Brasil, e as diferenças morfológicas (físicas) entre os indivíduos de uma mesma colônia foram descobertas por um grupo de pesquisadores que reúne a Embrapa Amazônia Oriental, em Belém (PA), Universidade de São Paulo (USP) e Universidade Johannes Gutenberg de Mainz (Alemanha).
Essa descoberta foi publicada hoje em artigo na revista Nature Communications, publicação científica entre as mais conceituadas do mundo.
Biologia das abelhas sem ferrão
Ao longo de quatro anos o estudo realizado em cooperação entre os cientistas conseguiu identificar também outras nove espécies que produzem uma classe especial de soldados ou abelhas guardas, para defender seus ninhos.
Cristiano Menezes, pesquisador da Embrapa Amazônia Oriental, avalia que essa descoberta é mais um degrau na conquista do conhecimento necessário para desenvolver a tecnologia de utilização das abelhas nativas sem ferrão na polinização comercial agrícola no País. Ele comenta que as abelhas são as principais polinizadoras do mundo e que cerca de 70% das culturas agrícolas mundiais são polinizadas ou beneficiadas em algum grau pela polinização. “Algumas culturas são 100% dependentes de abelhas como o maracujá, por exemplo, que se não tiver a polinização a produção de frutos é zero”, afirma.
Além de ser uma história interessante do ponto de vista evolutivo desses insetos, a descoberta tem uma importância para compreender melhor a biologia geral das abelhas sem ferrão e ajudar no aprimoramento das técnicas de manejo das colônias, defende Cristiano. Ele argumenta que esse grupo de abelhas é importante para a produção de mel e derivados, como pólen, própolis, entre outros e são essenciais para a produção de alimentos por causa do serviço de polinização que prestam aos cultivos agrícolas. “Para manejá-las de forma eficiente e produtiva, precisamos conhecer muito bem a biologia do grupo”, afirma.
| Lestrimelitta sp. Crédito: Cristiano Menezes |
| Lestrimelitta sp. no ataque a uma guarda de jataí. Crédito: Cristiano Menezes |
| Moça-branca guarda, à esquerda, ao lado de uma forrageira da mesma espécie. Crédito: Cristiano Menezes |
| Guardas de mandaguari defendendo a colmeia. Crédito: Christoph Grüter |
quinta-feira, 14 de abril de 2016
ABELHAS AJUDAM A AUMENTAR A PRODUTIVIDADE AGRÍCOLA
domingo, 21 de junho de 2015
Cientistas do mundo todo tentam descobrir porque as abelhas estão desaparecendo.
Fonte: Tv Unesp
Por: Felipe Tristão
Cientistas do mundo todo tentam descobrir porque as abelhas estão desaparecendo.
segunda-feira, 5 de janeiro de 2015
MMA e ICMBio divulgam novas listas de espécies ameaçadas de extinção, dentre elas três Meliponas
Brasília (17/12/2014) — A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, apresentou na tarde desta quarta-feira (17) as novas Listas Nacionais de Espécies Ameaçadas de Extinção. O anúncio aconteceu no auditório do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), em Brasília. Na ocasião, foram divulgadas a Lista de Espécies da Flora Brasileira Ameaçadas de Extinção, produzida pelo Jardim Botânico do Rio de Janeiro, e a Lista de Espécies da Fauna Brasileira Ameaçadas de Extinção, elaborada pelo ICMBio.
Durante o evento, a ministra assinou duas Portarias que formalizam as listas de espécies ameaçadas. "Esse é um dos momentos mais importantes da minha gestão. Houve uma mudança de postura institucional diante das espécies ameaçadas a partir do Programa Pró-Espécies, que se tornou uma referência", frisou Izabella.
O presidente do ICMBio, Roberto Vizentin, destacou as parcerias do estudo: "Ao todo, 1.383 especialistas da comunidade científica de mais de 200 instituições estiveram envolvidos nesse processo. Com a lista pronta, temos uma melhor condição para definir ações de proteção da fauna", afirma.
Dentre os dados apresentados, destacam-se as 170 espécies da fauna que saíram da lista de animais ameaçados de extinção, a exemplo da baleia-jubarte (Megaptera novaeangliae) e da arara-azul-grande (Anodorhynchus hyacinthinus), que tiveram suas populações recuperadas. De acordo com as pesquisas, alguns fatores contribuíram para esse quadro: espécies extintas reencontradas, ampliação do conhecimento sobre as espécies e aumento populacional ou de proteção do habitat. Conduzido pela Coordenação Geral de Manejo para Conservação do ICMBio, o mapeamento da fauna brasileira é resultado de um processo contínuo de trabalho, iniciado em 2009. Tendo como base a metodologia adotada pela União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN), foram realizadas 73 oficinas de avaliação, seguidas da edição das informações coletadas e da etapa de validação dos métodos aplicados.
Os pesquisadores incluíram 720 novas espécies na lista, totalizando 1.173 espécies ameaçadas, que se subdividem em três categorias: Criticamente em Perigo (CR), Em Perigo (EN) e Vulnerável (VU). Houve um aumento em relação às avaliações anteriores, realizadas em 2003 e 2004, que contabilizaram 627 espécies ameaçadas. Naquele momento, entretanto, o universo contemplado era bastante reduzido – apenas 1.137 espécies foram analisadas.
Além do diretor Marcelo Marcelino, acompanharam a ministra durante a apresentação o presidente do ICMBio, Roberto Vizentin; o secretário de Biodiversidade e Florestas do MMA, Roberto Cavalcanti; o coordenador do Centro Nacional de Conservação da Flora (CNCFlora) do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, Gustavo Martinelli – que apresentou dados sobre a flora brasileira e a diretora do Departamento de Florestas do MMA, Giovanna Palazzi – que apresentou a situação dos peixes e invertebrados aquáticos.
sábado, 20 de dezembro de 2014
Ecoideias - Abelhas
As abelhas são consideradas um indicador natural de equilíbrio ambiental e ainda produzem mel e própolis, muito usados na alimentação humana. Elas também são grandes responsáveis por polinizar a maioria das frutas que comemos e 73% das espécies vegetais cultivadas no mundo são polinizadas por alguma espécie de abelha. Fomos até a Unesp de Bauru para conversar com o jovem pesquisador Zenon Zago, que estuda a rotina de diferentes abelhas nativas da região e nos conta sobre o comportamento das abelhas, sua situação atual e como podemos ajudar a preservá-las. Já o Altair é apicultor em Bauru e nos conta sobre sua experiência na extração de mel e própolis.
Veja a reportagem:
https://www.youtube.com/watch?v=Vi5_5qS1ZDE
