Quem Somos

O Meliponário Rei da Mandaçaia é um empreendimento familiar especializado na criação, conservação e manejo de Abelhas Sociais Sem Ferrão de ocorrência natural no estado da Bahia, estamos a mais de 20 anos criando, multiplicando e contribuído para preservação destes pequenos magníficos animais. O nosso empreendimento é cadastrado no IBAMA CTF: 1681253, no Site é possível encontrar fotos da produção e muitas informações a cerca desta atividade, nosso meliponário principal está situado no Distrito de Hidrolândia - Uibaí e em Cruz das Almas no Recôncavo da Bahia.

Responsável Técnico: Engenheiro Agrônomo/Mestre em Ciências Agrárias, Márcio Pires de Oliveira / CREA/BA40051 Email: meliponarioreidamandacaia@hotmail.com


segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Aumento das exportações amplia mercado do mel brasileiro

Brasília - A exportação de mel brasileiro aumentou quase 40% nos primeiros seis meses deste ano, em comparação com o mesmo período de 2010. Atividade ecologicamente correta, o Brasil ocupa o 11º lugar no ranking mundial de produção de mel e é o nono maior exportador. Os principais destinos são Estados Unidos e Alemanha. 
Entre janeiro e junho de 2011, as exportações brasileiras de mel alcançaram US$ 40 milhões, resultado quase 38% maior que o registrado no mesmo período do ano passado, quando foi contabilizado US$ 29,1 milhões. Em volume, foram comercializadas 12,3 mil toneladas em 2011, contra 10,1 mil toneladas em 2010. 
A Confederação Brasileira de Apicultura estima que há cerca de 350 mil apicultores no país, a maioria de agricultores familiares. Eles movimentam um mercado avaliado em US$ 360 milhões e que continua em expansão. O setor responde por 450 mil ocupações diretas no campo, com mão de obra predominantemente familiar, e gera outros 16 mil empregos diretos na indústria de processamento, máquinas e equipamentos. 
Para a coordenadora de Apicultura do Sebrae, Fátima Lamar, os números apresentados são conseqüência de permanente qualificação. Hoje a instituição tem 69 projetos de apicultura, que mobilizam 13,5 mil apicultores de 21 estados brasileiros. A melhoria de qualidade em toda a cadeia produtiva, observando-se regras estabelecidas pela Associação Nacional de Normas Técnicas (ABNT), com apoio do Sebrae, também ajudaram neste crescimento. 
O Piauí, que conquistou no primeiro semestre deste ano as duas primeiras Certificações de Comércio Justo de Mel no Brasil, é o líder das exportações brasileiras com 595 toneladas. São Paulo é o segundo colocado, com 479, e Rio Grande do Sul o terceiro, com 237 toneladas. 
A Central das Cooperativas Apícolas do Semiárido (Casa Apis), uma das entidades que recebeu a certificação, tem grande participação na conquista da liderança piauiense. A produção é fruto do trabalho de 1,5 mil apicultores associados de 34 municípios do estado. Para o diretor-geral da Casa Apis, Antônio Leopoldo, a conquista se deve à qualidade e à estabilidade na produção, decorrentes da qualificação profissional. Com apoio do Sebrae, a Casa Apis investiu na capacitação dos produtores com ações de tecnologia, mercado e certificação que foram fundamentais no processo.
Qualidade
Apesar de ter uma produção muito menor que os líderes do ranking nacional, os apicultores do Distrito Federal têm se destacado pela qualidade do mel. Os produtos que saem dos apiários locais -; mel, geleia real, pólen e própolis -; já ganharam sete prêmios da Confederação Brasileira de Apicultura (CBA). O mel ficou em primeiro lugar cinco vezes, inclusive em 2010, quando recebeu o Prêmio de Qualidade no X Congresso Ibero-latinoamericano de Apicultura. 
Os apicultores brasileiros agora têm o desafio de aumentar o consumo de mel no Brasil. De acordo com a Confederação Brasileira de Apicultura (CBA), a média de consumo por habitante no país é de 128 gramas por ano, enquanto que nos Estados Unidos e na Europa o consumo per capita gira em torno de 1,5 quilo. 
Para estimular o consumo interno, a CBA, em parceria com o Sebrae, lançou a campanha nacional Meu Dia Pede Mel, com duração de dois anos. A intenção é incentivar o consumo como alimento e não como medicamento. No primeiro ano, o objetivo é aumentar o consumo do mel em 10%, e no segundo, em 15%.

Foto: exame

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